Psicanalista em São Paulo, para quando algo não passa e você quer entender por quê.

Pode ser uma angústia que volta, algo que se repete nos seus relacionamentos ou um remédio que ajuda, mas não resolve. Na análise, o trabalho começa pelo que você tem a dizer.

  • Doutor pela Universidad de Buenos Aires
  • Pós-doutor pela Universidade de Lisboa
  • Autor de dois livros

Paulista · Bela Vista · Moema · Vila Olímpia · Vila Cordeiro
Particular, presencial e online

Como funciona

Como começa uma análise

Você não precisa saber explicar o que sente para dar o primeiro passo.

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Você manda uma mensagem

Pelo WhatsApp, do jeito que conseguir. Conte em poucas palavras o que está acontecendo e em que região de São Paulo fica melhor para você. A partir daí, marcamos a primeira conversa.

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As primeiras conversas

Na psicanálise elas se chamam entrevistas preliminares. Você fala sobre o que te trouxe até aqui, e vocês dois percebem se faz sentido seguir. Não tem teste nem questionário.

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A análise

Se fizer sentido, as sessões começam, em um dos consultórios ou online quando a distância pede. Frequência e horário são combinados com você, e não existe um número de sessões definido de antemão.

Para quem é

O que costuma trazer alguém até uma análise

Você não precisa se encaixar em nenhuma dessas situações para procurar uma análise. Elas são só as que mais aparecem.

Ansiedade e crises de pânico

O corpo dispara sem aviso, e saber que “não é nada” não faz passar. Na análise, a crise é tratada como algo que ainda não conseguiu ser dito de outro jeito.

Angústia que não passa

A vida está em ordem, pelo menos no papel, e mesmo assim alguma coisa pesa. Conselho e força de vontade costumam não dar conta, porque a angústia nem sempre tem um motivo visível.

O remédio ajuda, mas não resolve

Você toma ansiolítico há algum tempo e ele alivia, mas a questão continua lá. A análise não substitui o acompanhamento com o seu médico. Ela trabalha com o que o remédio acalma sem resolver.

Relacionamentos que terminam do mesmo jeito

Muda a pessoa, mas a história termina parecida. Quando isso acontece várias vezes, vale olhar para o que se repete, e não só para quem estava do outro lado.

Compulsões

Pode ser comida, compras, trabalho ou o celular. Você decide parar e volta a fazer. Em geral isso está ocupando o lugar de outra coisa, e é essa outra coisa que a análise procura entender.

“Já fiz terapia e não saí do lugar”

Às vezes a terapia ajudou em algumas coisas, mas o principal continuou igual. A psicanálise trabalha de outro jeito, sem metas nem exercícios, a partir do que você fala.

Também chegam ao consultório pessoas passando por luto, depressão, esgotamento no trabalho, insônia ou crises de raiva. Em todos os casos, o ponto de partida é o que você traz.

A análise pede tempo e disposição para falar de si. Se agora você procura uma orientação rápida, ou alguém que diga o que fazer, talvez outro tipo de acompanhamento faça mais sentido.

Adriano Martendal em seu escritório, lendo à mesa de trabalho
Quem vai te atender

Adriano Martendal

Psicanalista de orientação freudiana e lacaniana, com longa trajetória clínica. Formado em Psicologia, escolheu se dedicar só à psicanálise. A formação passou por Buenos Aires e Lisboa.

Doutorado
Universidad de Buenos Aires
Pós-doutorado
Universidade de Lisboa
Docência
Curso de Psicologia da Univali
Especializações
Toxicomanias e psicanálise
O que ele escreve

Livros e publicações

Além da clínica, Adriano pesquisa e escreve. Publicou dois livros e artigos no Brasil e no exterior, e participa da avaliação de periódicos científicos de psicanálise.

El ansiolítico y la ética en el sufrimiento
Editora JVE Editores
Cidade Buenos Aires
Idioma Espanhol
Origem Tese de Doutorado · UBA

El ansiolítico y la ética en el sufrimiento

Livro autoral · Publicado pela JVE Editores, Buenos Aires.

Investigação sobre os efeitos do uso crônico de benzodiazepínicos (calmantes) na dimensão do desejo.

O calmante não resolve a questão, adia o encontro com aquilo que insiste.

Tema central da obra
Antes de marcar

O que costumam perguntar

O que acontece numa sessão?

Você fala, e o analista escuta. Não há um roteiro a seguir nem conselhos sobre o que fazer. Com o tempo, você começa a ouvir no que diz coisas que antes passavam sem perceber.

Quanto custa? Atende convênio?

É atendimento particular, sem convênio. O valor é combinado na primeira conversa, junto com a frequência das sessões.

Quanto tempo dura uma análise?

Não dá para saber de antemão. A análise não tem um número fixo de sessões, e cada pessoa leva o tempo que o próprio trabalho pede.

Com que frequência são as sessões?

Isso é combinado com você nas primeiras conversas, e pode mudar ao longo do tempo, conforme o trabalho pede.

Quanto dura cada sessão?

Não existe um tempo fixo. A sessão termina conforme o que acontece nela, e não pelo relógio.

Atende online?

Sim. O atendimento online é para quem mora em outra cidade, estado ou país, ou quando a distância não permite ir ao consultório. Pode ser em português ou em espanhol.

Psicanálise é a mesma coisa que terapia?

Não. Muitas terapias trabalham com metas, técnicas e um tempo previsto, e procuram mudar um comportamento. A psicanálise não tenta corrigir você nem devolver você ao jeito que era antes. Ela trabalha a partir do que você fala, para entender o que se repete. Também não é uma abordagem da psicologia, e sim outra prática, com formação própria.

O que eu disser fica entre nós?

Sim. O sigilo faz parte do trabalho, e o que você diz em análise fica entre vocês dois.

Onde atende

Consultórios em São Paulo e Florianópolis

E online, para quem está em outra cidade, estado ou país. Ver todos no mapa

Se fizer sentido para você, o primeiro passo é uma mensagem. Pode ser curta, do jeito que conseguir escrever.