Você manda uma mensagem
Pelo WhatsApp, do jeito que conseguir. Conte em poucas palavras o que está acontecendo e se prefere o consultório do Centro ou o atendimento online. A partir daí, marcamos a primeira conversa.
Pode ser uma angústia que volta, algo que se repete nos seus relacionamentos ou um remédio que ajuda, mas não resolve. Na análise, o trabalho começa pelo que você tem a dizer.
Centro · a poucos minutos da Agronômica e da Trindade
Particular, presencial e online
Você não precisa saber explicar o que sente para dar o primeiro passo.
Pelo WhatsApp, do jeito que conseguir. Conte em poucas palavras o que está acontecendo e se prefere o consultório do Centro ou o atendimento online. A partir daí, marcamos a primeira conversa.
Na psicanálise elas se chamam entrevistas preliminares. Você fala sobre o que te trouxe até aqui, e vocês dois percebem se faz sentido seguir. Não tem teste nem questionário.
Se fizer sentido, as sessões começam, no consultório do Centro ou online quando a distância pede. Frequência e horário são combinados com você, e não existe um número de sessões definido de antemão.
Você não precisa se encaixar em nenhuma dessas situações para procurar uma análise. Elas são só as que mais aparecem.
O corpo dispara sem aviso, e saber que “não é nada” não faz passar. Na análise, a crise é tratada como algo que ainda não conseguiu ser dito de outro jeito.
A vida está em ordem, pelo menos no papel, e mesmo assim alguma coisa pesa. Conselho e força de vontade costumam não dar conta, porque a angústia nem sempre tem um motivo visível.
Você toma ansiolítico há algum tempo e ele alivia, mas a questão continua lá. A análise não substitui o acompanhamento com o seu médico. Ela trabalha com o que o remédio acalma sem resolver.
Muda a pessoa, mas a história termina parecida. Quando isso acontece várias vezes, vale olhar para o que se repete, e não só para quem estava do outro lado.
Pode ser comida, compras, trabalho ou o celular. Você decide parar e volta a fazer. Em geral isso está ocupando o lugar de outra coisa, e é essa outra coisa que a análise procura entender.
Às vezes a terapia ajudou em algumas coisas, mas o principal continuou igual. A psicanálise trabalha de outro jeito, sem metas nem exercícios, a partir do que você fala.
Também chegam ao consultório pessoas passando por luto, depressão, esgotamento no trabalho, insônia ou crises de raiva. Em todos os casos, o ponto de partida é o que você traz.
A análise pede tempo e disposição para falar de si. Se agora você procura uma orientação rápida, ou alguém que diga o que fazer, talvez outro tipo de acompanhamento faça mais sentido.
Psicanalista de orientação freudiana e lacaniana, com longa trajetória clínica. Formado em Psicologia, escolheu se dedicar só à psicanálise. A formação passou por Buenos Aires e Lisboa.
Além da clínica, Adriano pesquisa e escreve. Publicou dois livros e artigos no Brasil e no exterior, e participa da avaliação de periódicos científicos de psicanálise.
Investigação sobre os efeitos do uso crônico de benzodiazepínicos (calmantes) na dimensão do desejo.
O calmante não resolve a questão, adia o encontro com aquilo que insiste.
Editora Escuta · São Paulo
Estudo sobre a produção de sentido e do non-sens na obra de Clarice Lispector.
Facultad de Psicología, UBA · Argentina
Periódico científico anual de pesquisa em Psicologia e Psicanálise. Adriano Martendal integra o corpo de pareceristas da publicação.
Facultad de Psicología, UBA · Argentina
Periódico científico dedicado à clínica e teoria psicanalítica. Adriano Martendal integra o Conselho Arbitral que avalia as publicações.
Asociación Argentina de Salud Mental · Buenos Aires
Revista científica de circulação internacional dedicada à saúde mental. Publicou o artigo Más allá de la clínica protocolar en la toxicomanía.
Quebec · Edição comemorativa
O artigo foi intitulado L'Héritage de Clarice Lispector.
Você fala, e o analista escuta. Não há um roteiro a seguir nem conselhos sobre o que fazer. Com o tempo, você começa a ouvir no que diz coisas que antes passavam sem perceber.
É atendimento particular, sem convênio. O valor é combinado na primeira conversa, junto com a frequência das sessões.
Não dá para saber de antemão. A análise não tem um número fixo de sessões, e cada pessoa leva o tempo que o próprio trabalho pede.
Isso é combinado com você nas primeiras conversas, e pode mudar ao longo do tempo, conforme o trabalho pede.
Não existe um tempo fixo. A sessão termina conforme o que acontece nela, e não pelo relógio.
Sim. O atendimento online é para quem mora em outra cidade, estado ou país, ou quando a distância não permite ir ao consultório. Pode ser em português ou em espanhol.
Sim. Além do Centro de Florianópolis, ele atende em cinco consultórios em São Paulo: Av. Paulista, Bela Vista, Moema, Vila Olímpia e Vila Cordeiro. Os endereços estão logo abaixo e na página de São Paulo.
Não. Muitas terapias trabalham com metas, técnicas e um tempo previsto, e procuram mudar um comportamento. A psicanálise não tenta corrigir você nem devolver você ao jeito que era antes. Ela trabalha a partir do que você fala, para entender o que se repete. Também não é uma abordagem da psicologia, e sim outra prática, com formação própria.
Sim. O sigilo faz parte do trabalho, e o que você diz em análise fica entre vocês dois.
E online, para quem está em outra cidade, estado ou país. Ver todos no mapa
Se fizer sentido para você, o primeiro passo é uma mensagem. Pode ser curta, do jeito que conseguir escrever.